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Olaria

artes
©DGARTES/Vasco Célio-Stills/2023

A palavra olaria tem origem no termo latim olla que se refere a panela. Esta arte ancestral remonta à pré-história, quando o homem começou a explorar o barro e dar-lhe utilidade. Desde as primeiras peças moldadas em barro, ainda antes de se conhecer o processo de cozedura, a olaria reinventou-se e adaptou-se às demandas de cada época e ao ritmo do desenvolvimento tecnológico. A roda de oleiro foi um pilar importante na história da olaria, embora ainda hoje em dia, em muitos pontos do mundo, a produção exista sem recurso a esta tecnologia. 

O desenvolvimento da olaria acompanha a transformação das sociedades, quer nos usos e nas formas, quer na técnica e na estética. No entanto, é notável a persistência secular de modelos que se mantêm atuais e de processos que continuam a ser nossos contemporâneos. A produção de uma peça de barro utilitária, desde a modelação manual, ao fabrico de peças com impressoras 3D, conta uma longa história da relação estreita do Homem com o barro, a sua utilidade, o seu simbolismo e a sua beleza. Esta história é uma lição para (re)encontrar respostas a muitas questões dos nossos dias, como a sustentabilidade ambiental ou a economia local e circular.

Em Portugal, a olaria utilitária tem presença em todo o território, com procedimentos e técnicas de base semelhantes nos diferentes centros oláricos. As características que diferenciam as várias produções regionais, estão relacionadas com variações na  matéria-prima local, no processo de produção e nas formas e decoração das peças. Para o universo da olaria utilitária considerámos as peças de uso doméstico ou relacionadas com atividades laborais, incluindo as talhas para a produção de vinho. Incluímos ainda peças específicas, com uma função simbólica, festiva e decorativa , como as bilhas de segredo, as cantarinhas dos namorados de Guimarães, a louça empedrada de Nisa ou as jarras antropomórficas e zoomórficas de Mafra.

Têm vindo a ser identificados e caracterizados, por diversos autores, vários centros de produção de olaria utilitária de barro vermelho, fosco ou vidrado, que foram assumindo em diferentes momentos da história maior protagonismo, pela qualidade e quantidade da produção, alguns dos quais se mantêm ativos e prósperos, e representam de Norte a Sul do país, um património cultural vivo. Entre os mais referenciados pela sua dinâmica atual e pelo seu valor patrimonial, temos: Olaria de Barcelos, Olaria da Bajouca, Olaria do Carapinhal, Olaria de Mafra, Olaria de Nisa, Olaria do Redondo, Olaria de São Pedro do Corval e Olaria de Viana do Alentejo

Os impactos da transformação radical dos modos de vida, com a introdução de facilidades como o abastecimento doméstico de água canalizada, de eletricidade e de gás; bem como a vulgarização de objetos de materiais mais leves e resistentes, como primeiro a folha de flandres, mais tarde o plástico e a cerâmica industrial,  deixaram sem utilidade muitas das peças produzidas por oleiros e oleiras. Neste sentido muitos oleiros adaptaram a sua oferta a peças decorativas e/ou simbólicas.

Os registos da presença da olaria no território que hoje é Portugal, identificam o 1.º milénio antes de Cristo como um período importante no desenvolvimento desta arte. Isso deve-se  aos contactos com modelos trazidos pelo fluxo mercantil do Mediterrâneo, com destaque para os objetos de transporte e acondicionamento de produtos nas viagens de barco entre diferentes culturas e destinos (SILVA, 2003). As produções de ânforas e de outras tipologias de vasilhame promoveram o crescimento de núcleos oleiros junto das linhas de água e dos portos mais utilizados. No período de domínio Islâmico surgiram alterações nas técnicas produtivas, tais como os vidrados com cor e pinturas decorativas. Quando na época medieval se consolidaram os territórios e as urbes, os centros de produção de olaria, foram herdeiros de uma rica e diversificada tradição multicultural. 

Com as dinâmicas culturais, sociais e económicas proporcionadas pelo período da expansão marítima,  a arte da olaria vive um longo período de franco desenvolvimento, diversificando-se as influências externas ao nível técnico e estético. 

A par da cerâmica mais erudita e artística, em que as influências estilísticas são mais evidentes, mantêm-se praticamente inalterados, durante séculos, as formas e funções de centenas de artefactos. Até à segunda metade do séc. XX, a produção de olaria dava resposta a um vasto conjunto de utilizações, de uso doméstico, de transporte e uso agrícola. Nas últimas décadas do séc. XX estes objetos foram remetidos para o estatuto de artesanato, dando resposta ao turismo e à crescente procura de “souvenirs”. De utilitários no quotidiano rural passaram a cumprir funções decorativas e simbólicas, enquanto memórias de uma realidade passada, mas suficientemente próxima para materializar a ideia de origem, de raiz e identidade.

A atividade do oleiro foi durante muito tempo, e até ao final do séc. XX, sobretudo no meio rural, uma atividade complementar aos trabalhos agrícolas,  desenvolvida em família, que cuidava de todo o ciclo da produção, desde a recolha do barro nos barreiros, à preparação da pasta para moldar, ao fazer das peças, à queima, até à sua comercialização. Nos centros urbanos, as olarias assumiram progressivamente  um caráter profissional, podendo ter vários oleiros assalariados e estando obrigadas a pagamento de impostos, posturas e regulamentações. A  aprendizagem era iniciada muito cedo nas oficinas (10-12 anos), ao lado dos mestres, familiares ou vizinhos, considerando-se a maturidade do oleiro ao fim de muitos anos de prática. Durante o séc. XX a aprendizagem passou, maioritariamente, para o sistema formal de ensino, com a criação de escolas que conferem formação especializada em cerâmica, incluindo a olaria. 

João Eugénio, Estoi, filho e neto de oleiros refere “Para se ser oleiro, é preciso começar cedo, e deixar entranhar os gestos, à medida que se vai crescendo.”(BRANCO; SIMÃO: 31).

Os espaços das olarias têm localizações e tipologias muito variadas, em função das épocas e das regiões. Desde a escala familiar, em que na própria casa se reservava um espaço para instalar a roda;  às olarias profissionais, originalmente instaladas nas proximidades dos núcleos urbanos.  As alterações nas técnicas e processos de produção resultaram também em mudanças na organização dos espaços de trabalho, que se foram autonomizando da casa, à medida que o número de oleiros, a escala da produção e as exigências de gestão e organização do negócio foram aumentando. O telheiro para a preparação e acondicionamento do barro; a oficina onde se instalam as rodas; o sequeiro, onde se colocam as peças a secar até ao momento da queima e o espaço do forno, passaram a fazer parte de muitas olarias. 

A comercialização era feita pelo próprio oleiro com a família, porta a porta, em penosas caminhadas entre aldeias e vilas; ou nos mercados e feiras sazonais. Existiam também os almocreves que se ocupavam da venda ambulante, pagando parte do valor da venda ao oleiro. Foi comum durante longos anos as peças de olaria serem “vendidas” a troco de bens alimentares, por vezes medidos pela quantidade que cabia na própria peça.  Nas oficinas de maior produção, enviavam-se de comboio grandes encomendas, para revenda, em armazéns e lojas dos maiores centros urbanos. Na segunda metade do séc. XX, as profundas mudanças na dinâmica da economia e do comércio, na facilidade de transporte de produtos e no acesso a meios de divulgação do trabalho, transformaram por completo este mercado. As olarias passam a ter maior visibilidade e acesso a um público mais alargado.

©DGARTES/Vasco Célio-Stills/2023

A razão pela qual esta prática se estendeu a todas as regiões do país, com maior ou menor expressão, prende-se com o facto de as  argilas, matéria-prima da olaria, serem abundantes em quase todo o território.  De modo geral, os centros de produção implantaram-se perto de barreiros, onde se extrai e prepara a matéria-prima. Em muitos casos, as argilas eram extraídas diretamente pelo oleiro. Havia centros oleiros, em que a recolha da argila era uma atividade comunitária, partilhando o trabalho pesado de extrair, transportar e preparar o barro. Nos centros de maior dimensão, deu-se a maior especialização das tarefas, competindo aos barreireiros a recolha e preparação do barro, ficando os oleiros ou barristas com a responsabilidade da roda e restantes tarefas da produção (FERNANDES: 442).

A roda ou torno é o principal equipamento do oleiro. As suas diferentes tipologias sobreviveram em simultâneo, existindo atualmente oleiros que trabalham na roda baixa movida com a mão, a mais ancestral; na roda alta, movida com o pé; e na roda eléctrica, movida por um motor que permite ao oleiro concentrar os esforços na modelação da peça. 

Além da roda, o oleiro recorreu a outros utensílios como uma taça de água, um pedaço de tecido ou esponja, uma peça de madeira polida, um pedaço de cana ou teques, bitolas ou o “garrote” ou “cortadeira”.

Uma vez pronta a peça é colocada a secar. A secagem deve ser lenta e completa, antes do processo de cozedura ou queima. Quando acabadas de fazer, as peças estão “verdes” e o processo de secagem deve acontecer num espaço interior e protegido do sol e do vento, para evitar fissuras. Na fase seguinte, pode ser colocada no exterior. Pode demorar quinze dias, variando pela dimensão das peças e das condições climáticas do lugar. 

Tradicionalmente, o trabalho da roda era assumido pelos homens, ficando as mulheres a ajudar na preparação do barro, no polimento e na decoração das peças com esgrafitado e pintura. Ao longo do séc. XX assistiu-se ao aumento de mulheres a trabalhar na roda. 

A louça utilitária pode caracterizar-se em dois grandes grupos, em função do seu acabamento e decoração: a louça “tosca”  ou “porosa” e a louça vidrada. A louça “tosca” de cor vermelha (cor natural do barro cozido) ou negra (barro negro) é enfornada uma só vez. A esta queima chama-se chacota e é realizada a uma temperatura entre os 980º e os 1020º. Estas peças, sem vidrado, têm um polimento conhecido por brunido, realizado com um seixo rolado ou outro instrumento de superfície lisa e rija, a meio do processo de secagem, quando o barro já oferece resistência e a superfície é ainda macia para receber os efeitos do polimento, que confere um acabamento liso e uniforme à superfície, tornando-a mais impermeável. Nestas peças são frequentes elementos decorativos muito simples, em relevo, como as “cordas digitadas”, os torcidos nas asas de talhas e de bilhas, ou os digitados no bordo dos alguidares. É utilizada  ainda a técnica de riscados e incisões, que definem motivos geométricos e vegetalistas, nomeadamente na louça utilitária de barro negro, feitas também enquanto o barro está verde. 

A louça vidrada, com ou sem pintura, passa por duas fornadas. Após a primeira cozedura (chacota) a peça é decorada, com técnicas e motivos que variam em função da região. A pintura pode ser feita com tintas de argila: os engobes, com os óxidos metálicos e mais recentemente, com tintas industriais para cerâmica. O engobe branco ou tinta branca é conseguido a partir do caulino que, nomeadamente no sul do país, é utilizado em decorações simples ou cobrindo a totalidade da peça, para ser esgrafitado e pintado com motivos figurativos (Viana do Alentejo, Redondo e S. Pedro do Corval). O engobe vermelho ou tinta vermelha, também chamado de almagre pelo oleiros, é feito de argila de cor vermelha viva. Os óxidos mais comuns, são suspensões aquosas nas cores amarelo (óxido de antimónio), verde (óxido de cobre), mais raramente azul (óxido de cobalto), e o óxido de manganês, cuja cor negra ou castanha, foi por vezes substituída pelos oleiros, pintando em sobreposição à tinta vermelha a cor verde. As olarias da Bajouca têm na utilização dos óxidos amarelo e verde uma das suas principais características.

As técnicas de pintura mais simples são a imersão parcial das peças, para criar efeitos muito simples, por vezes tirando partido do escorrimento da tinta, a técnica de esponjado, a técnica dos salpicos e a pintura de linhas com os próprios dedos ou com recurso a pincel. As técnicas mais elaboradas passam por desenhar e esgrafitar desenhos mais ou menos complexos e aplicar pintura policromada a pincel. O vidrado transparente é aplicado no final do processo, por imersão, sobre a peça simples ou sobre a pintura, passando por nova queima com temperatura mais elevada do que a primeira, entre os 1020-1080º C, que permite a vitrificação da superfície.

A queima, também referida como enforna ou coacção, é a etapa que conclui o ciclo de transformação da argila em cerâmica e é o momento-chave para garantir a qualidade e longevidade da louça. Em função dos resultados desejados e das tecnologias disponíveis, o processo de queima é bastante variável, existindo diversos tipos de fornos. Esta etapa é das mais exigentes e requer uma grande experiência por parte do oleiro. Nos fornos a lenha a leitura do fogo, o conhecimento das suas colorações e do domínio da intensidade, são fatores chave para o sucesso da fornada. Atualmente os fornos a gás e elétricos, com termostatos que regulam a temperatura e os tempos de cozedura, facilitam o procedimento e minimizam o risco de perdas nesta etapa.

©DGARTES/Vasco Célio-Stills/2023

O estudo dos tipos de louça utilitária tem fornecido um manancial de informações preciosas, que auxiliam a interpretação do quotidiano, ao longo da História. O que se produzia, como se conservava, o que se comia e como se comia, os hábitos da vida doméstica de cada época. A leitura da transformação das formas e das tipologias dos objetos que rodeavam o Homem e constituíam parte do seu habitat permite identificar peças que se extinguiram e muitas outras que se têm mantido úteis ao longo dos séculos, sem alterações significativas da forma. Se a decoração das peças revela uma história de permanente ajuste dos oleiros aos gostos e influências de cada época, a relação forma/função  mantém-se num número considerável de artefactos. 

Os artefactos da olaria utilitária também podem ser organizados em função dos usos. Assim temos a função de transportar; a função de acondicionar e conservar; o conjunto das peças para lavagens e higiene doméstica; a função de cozinhar, as que servem à mesa e as utilizadas em atividades agrícolas. Os nomes atribuídos a alguns artefactos variam em função da região, outros revelam influências islâmicas, outros, caídos em desuso, são praticamente desconhecidos nos nossos dias. Listamos alguns: cântaros, cantarinhas, barris, tinocos, talhas vinagreiras, talhas para vinho, meleiras, vasilhas, infusas, as tarefas, potes, bilhas, moringas ou piporros,  os alguidares de diversas dimensões, desde o grande barranhão aos pequenos covilhetes para a produção culinária, os pratos furados para escorrer o peixe, as caçoilas, as panelas e frigideiras, os assadores de castanhas, fogareiros, chocolateiras para fazer o café (cevada), jarros, púcaros, cuscuzeiras, escudelas, taças e tigelas, malgas, pratos, copos, canecas, assadeiras e travessas. Para aquecer, existiam os braseiros; para iluminar, as lamparinas e as almotolias; para a produção de queijos, os ferrados; para a poupança, os mealheiros; para a higiene, o bacio servidor (penico) e a bacia para a barba. Algumas das formas utilitárias assumiram com o tempo também funções decorativas e simbólicas, adquirindo pela escala ou pelos motivos decorativos, aspetos que as distinguem das restantes. Destas são exemplo as cantarinhas dos namorados (Guimarães), os pucarinhos de peito (Vila Real), a  louça empedrada (Nisa) e os pratos pintados (Redondo e São Pedro do Corval).

Ainda na olaria utilitária, cabe referir a vasta produção ligada à construção, nomeadamente telhas (de canudo), caleiras, beirados simples e decorados, tijolos artesanais e tijoleiras para o pavimento. 

A importância da memória e da identificação com o lugar, o consumo consciente e mais ecológico, a defesa das relações de proximidade, são valores que têm vindo a ganhar força, e que encontram nos artesãos, agentes para um futuro mais sustentável.

De entre as artes e ofícios, a olaria será uma das que apresenta maior dinâmica e que tem atraído novas gerações de oleiros, com formação renovada e com consciência do valor patrimonial da sua arte e da sua atualidade. O crescente interesse pela qualidade e autenticidade das produções oláricas portuguesas, por parte de designers e outros profissionais do sector criativo, assim como de marcas nacionais e internacionais, tem resultado no reconhecimento do oleiro enquanto profissional, assim como no aumento do mercado destes produtos, reforçando a vitalidade económica da atividade. 

Apesar disso, a olaria tradicional utilitária enfrenta desafios. O longo processo de décadas de diminuição da produção, devido à preferência por objetos industriais de produção massiva e preços baixos, tem tido como consequência, a diminuição do número de oleiros e o aumento da média etária dos oleiros ativos, em muitos dos centros de produção mais tradicionais. É patente a preocupação destes oleiros com a fraca adesão de novos aprendizes. Muitas tipologias de peças de uso diário deixaram de ser produzidas, e com ela desaparecerá o seu saber-fazer. Outras são adaptadas e adquiridas como peças decorativas, sendo negligenciadas algumas das características fundamentais para o seu uso. Tal como noutras atividades de produção artesanal, muitos artesãos têm dificuldade em competir com o mercado aberto a artefactos de outras regiões do mundo, a preços extremamente baixos. 

Será por via da valorização das características endógenas da produção local, da sua ligação ao território, pela preservação do património cultural que representa e pela alta qualidade da escala artesanal, que a revitalização da olaria utilitária poderá garantir a continuação desta tradição ancestral.

Bibliografia 

  • ALMEIDA, Ana João (2017). Manual de Iniciação à Cerâmica. Montemor-o-Novo: Oficinas do Convento
  • BRANCO, Conceição; SIMÃO, Jorge (1997). Modos de Fazer. Guia do artesanato Algarvio. Faro: Região de Turismo do Algarve
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  • FERNANDES, Isabel Maria (2012). As Mais Antigas Colecções de Olaria Portuguesa – Norte. Barcelos: Câmara Municipal de Barcelos/ Museu de Olaria
  • FERNANDES, Isabel Maria (2013). A loiça preta em Portugal: estudo histórico, modos de fazer e de usar, Vol I e II. Braga: Universidade do Minho/ ICS
  • IEFP – Instituto do Emprego e Formação Profissional/ Delegação Regional do Algarve (2005). Artesanato da Região do Algarve. Faro: IEFP/ DRA
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  • LIMA, Rui de Abreu de; LIMA, Eglantine M. (1997). Artesanato tradicional português III: Algarve. Lisboa: Direção-Geral de Turismo/ Associação Industrial Portuguesa
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  • PERDIGÃO, Teresa; CALVET, Nuno (2003). Tesouros do Artesanato Português. Volume III: Olaria e Cerâmica. Lisboa: Editorial Verbo
  • SILVA, Raquel Henriques; FERNANDES, Isabel Maria; SILVA, Rodrigo Banha (2003). Olaria Portuguesa: do fazer ao usar. Lisboa: Assírio e Alvim
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